terça-feira, 10 de novembro de 2009

Módulo Sete - Cultura do Salão -

Caros alunos

No dia 4 de Novembro publiquei "ici" um PowerPoint com as pinturas de Fragonard, para vos aguçar a atenção para o estilo Rococó. Hoje apelo à vossa curiosidade para o grande pintor, da Revolução Francesa e de traço Neoclássico, conhecido por David.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Jacques-Louis_David

Eis o célebre quadro de 1793, A morte de Marat (o "amigo do povo")


Procurem saber ...
O que é que Marat escrevia quando foi assassinado por Charlotte Corday?
Em que data foi Marat assassinado?
Porque foi assassinado na banheira?
Quais foram as últimas palavras do revolucionário francês?

http://pt.wikipedia.org/wiki/Jean-Paul_Marat

A morte do "amigo do povo" foi por diversas vezes retratado por outros pintores ao longo do tempo...

Baudray (1860)
Rebull
Munch (1907)
Gillray
Enjoy

domingo, 8 de novembro de 2009

Módulo Três - Cultura do Mosteiro -

Caros alunos
que ides recuperar este módulo de História da Cultura e das Artes... na próxima 5ª feira


- Mencione a que se referia De Caumont em 1824 quando associou ao primeiro estilo da Idade Média o termo Românico. (p. 93)

- Identifique o período de surgimento e desenvolvimento do Estilo Românico. (p. 94)

- Indique as principais influências que o românico harmonizou a partir dos modelos clássicos. (pp. 93 e 90 a 92)

- Os modelos arquitectónicos clássicos foram subordinados à temática e e às necessidades do Cristianismo. Refira as tipologias/plantas adoptadas nas Igrejas cristãs medievais. (pp. 91 e 94)

-Refira a métrica espacial utilizada na basílicas românicas. (p. 94)

- Identifique a partir de uma planta e de uma perspectiva axométrica os elementos arquitectónicos de uma igreja românica. (pp. 94-95)

- Refira os sistemas de cobertura utilizadas nas igrejas românicas ocidentais e de influência oriental. (p. 96)

- Enuncie as quatro estruturas arquitectónicas de suporte, onde a pressão da cobertura é descarregada nas igrejas românicas. (pp. 96-97)

- Refira a decoração arquitectónica no interior e exterior do edifício românico. (pp. 98-100)

- Explicite quanto à temática, à composição, à técnica e à representação da figura humana os baixos relevos da iconografia românica. (pp. 106-107)

- Refira os temas que são representados nos capitéis derivados do medos medievais como o fim do mundo e os demónios. (p. 106)

- Mencione as cores que revestiam os tímpanos dos portais das igrejas românicas. (p. 106)

- Caracterize a nível técnico-formal a pintura mural românica. (p. 110)

- Identifique o tipo de pintura que se fazia sobre códices sagrados medievais. (p. 112)

- Descreva as características de uniformização da Arte Muçulmana. (p. 113)

- Indique os arcos mais comuns da construção muçulmana. (p. 114)
- Refira a que se denomina de arte moçárabe. (p. 117)

Eis alguns dos tópicos que deveis trabalhar para o teste.

Bom trabalho!

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Módulo Sete - Cultura do Salão -

Hoje estivemos a estudar a Revolução Industrial Inglesa...

Vejam o show deste "peculiar" professor brasileiro, Chico Maravilha.

Mas, agora a sério este PowerPoint merece a nossa atenção.

Enjoy

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Só para fruir do Rococó ...

Caros alunos do 12º Ano

No módulo sete - Cultura do Salão - vamos ter que estudar dois estilos artísticos: o Rococó e o Neoclássico.
Esta mensagem tem como objectivo aguçar a vossa curiosidade pelo ROOOOO...COOOOO...CÓ (... rocaille significa "concha")
Viva Fragonard! Quem? Procurem descobrir...

Enjoy

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Módulo Dois - Cultura do Senado -


POMPEIA e HERCULANO

A antiga cidade romana de Pompeia, perto de Nápoles, que foi soterrada pela erupção do

Vesúvio, no dia 24 de Agosto do ano 79 d.C., tem fascinado os arqueólogos há décadas.

As ruínas foram redescobertas pelo arquitecto Domenico Fontana, que conduzia obras na região no século XVI. As escavações mais intensas iniciaram-se em 1709, em Herculano (em Pompeia só começaram em 1748), quando muitas peças foram destruídas ou roubadas por escavadores aventureiros em busca de tesouros.


As escavações científicas começaram em 1860, comandadas por Giuseppe Fiorelli, que desenvolveu uma técnica de moldagem com gesso das formas ocas deixadas pelos corpos das vítimas nas cinzas vulcânicas petrificadas.




Fresco da Vila dos Mistérios representando os ritos dionisiacos (orgias).




Mosaico representando o sacrificios dos galos a Mercúrio

Sua cidade irmã, Herculano - igualmente soterrada - revela factos com maior riqueza de detalhes sobre a vida romana. A alta temperatura da lava fez com que a matéria orgânica ficasse preservada de forma intacta, revelando que a morte dos habitantes foi rápida, a temperaturas de 400º a 500º centígrados.




Fresco erótico da Casa dos Vettii e Ruínas de Pompeia



pt.shvoong.com/.../499528-pompeia-herculano

ENJOY

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Filme Histórico - O Caso do Colar -

Caros alunos
que estudam o Módulo Sete - Cultura do Salão -

"The Affair Of The Necklace" - O Caso do Colar -
Drama
EUA, 2001
Realização: Charles Shyer
Actores: Hilary Swank, Jonathan Pryce, Simon Baker, Adrien Brody, Brian Cox, Joely Richardson, Christopher Walken
Cor
118 minutos


Hoje vamos assistir a verdadeira e controversa história de Jeanne de la Motte Valois, uma jovem aristocrata francesa, cujo título foi-lhe roubado pela família real no período que antecedeu a Revolução Francesa, o ínício do fim de 800 anos de Monarquia Absoluta.

O retrato de uma luta sem tréguas que Jeanne inicia, com o fim de restaurar o seu nome. A condessa La Motte envolve-se em conspirações e no escandalo "affair" que rodeia um colar, Maria Antonieta e o início de um processo que levará a rainha a perder a cabeça na guilhotina.

Enjoy


Mas agora vamos aos factos:

O Caso do colar da Rainha foi um sórdido incidente ocorrido por volta de 1785, na corte de Luís XVI de França, envolvendo involuntariamente a rainha Maria Antonieta, mas que danificou muito a sua reputação pública nas vésperas da Revolução francesa.


O cardeal de Rohan, Louis-René-Edouard de Rohan, príncipe bispo de Estrasburgo, príncipe de Hildesheim, landgrave da Alsácia, capelão real de França, comandante do Espírito Santo, comendador de Saint Waast d'Arras, Prior da Sorbonne ter-se-ia apaixonado pela rainha Maria Antonieta, mulher do rei Luís XVI de França.


O que se conhece da intriga baseia-se sobretudo no que Rohan alegou na instrução do processo. Uma aventureira, a condessa Jeanne de Valois de la Motte, e um charlatão, Cagliostro, teriam convencido o cardeal de que possuiriam meios de fazê-lo cair nas boas graças da rainha.

Maria Antonieta, detestava e desprezava Rohan, desde que sua mãe, a rainha Maria Teresa de Áustria, dera para Versalhes a notícia da vida dissoluta e dos gastos que o cardeal fazia em Viena. Rohan fora demitido de embaixador por intervenção da rainha, mas o cardeal, que tinha tanto de vaidoso como de imbecil, acredita que a sua paixão seria correspondida.

Rétaux de Villette, amante da condessa, gigolo e um exímio falsário, forja cartas assinadas pela rainha e endereçadas ao cardeal. Combinam uma entrevista à noite, num bosque, com uma prostituta, Nicole d'Oliva, que muito se assemelhava fisicamente com a rainha.

O cardeal julga ser a rainha e este emprestar-lhe-á dinheiro. Mais tarde, a prostituta pede-lhe novos empréstimos e que sirva de intermediário entre ela e os joalheiros Boehmer e Bossange na compra de um colar de diamantes no valor de 1.5 milhões de livres, que ela desejava ter mas, em segredo, para não alarmar o rei nos tempos de grande contestação à monarquia francesa.

Os joalheiros também são contactados com um pedido para que entreguem o colar a Jeanne para que esta o entregue à rainha. Rhoan aceita servir de intermediário na transação, chegando o colar às mãos da condessa de La Motte, que o vende em Londres com o auxílio do seu marido. Quando a factura dos joalheiros chega ao palácio real, tudo se vai descobrir.

O rei Luís XVI manda prender o cardeal Rohan, Cagliostro, a condessa e seus cúmplices: ao todo quinze pessoas.
O rei e a rainha exigem um processo público. Para explicar esta decisão, considerada insana pelos historiadores do passado, já que o casal real não estava directamente implicado, o historiador Claude Manceron sugere que se tratava de por fim a rumores fazendo de Jeanne amante da rainha.

Com efeito, como o cardeal, que conhecia muito bem a corte e não podia deixar de notar que a rainha ignorava Jeanne de la Motte em público, pode acreditar que Maria Antonieta havia encarregado a condessa de negociar a compra do colar?

Era bem possível que ele tivesse sido persuadido de que elas teriam um relacionamento homosexual em segredo, e teria sido espalhando este rumor que Jeanne teria persuadido as vítimas desta fraude. O grande intervalo ocorrido antes da consumação do casamento real já havia vazado e tornava aos olhos de muitos esta hipótese crível.


A instrução do processo foi longa e escandalosa. Os inimigos da rainha na corte aproveitaram para a humilhar. O cardeal de Rohan pertencia a uma família cuja influência só ficava atrás da dos Bourbon, com rendas que ascendiam a um milhão e duzentos mil livres - o orçamento de um pequeno país.

Mas a própria Sorbonne tomou posição pelo seu Prior e o cardeal Rohan acabou sendo libertado (bem como a prostituta Nicole d'Oliva). Quando muito, teria sido ingénuo. O Rei Luís XVI enviou-o rapidamente para o exílio. Rétaux de Villette foi declarado culpado por falsificação e exilado, bem como Cagliostro.

A Condessa de la Motte foi declarada culpada e condenada a ser chicoteada e marcada a ferro em brasa com um "V" de "Voleur" ("Ladrão"). No entanto, no momento da aplicação da pena, a condessa foi tão precipitada que o carrasco lhe aplicou o ferro no peito, provocando assim a compaixão pública. Foi também condenada à prisão perpétua em "La Salpêtrière" de onde fugiu logo a seguir. O seu marido, Antoine-Nicolas de la Motte, cúmplice na venda dos diamantes em Londres, é condenado às galés à revelia, já que havia fugido para Londres.


Em todo o lado, as injúrias fervilharam contra a rainha, com muitos panfletos e algumas rebeliões. Enquanto o caso correu os seus tramites, o governo paralisou, precisamente quando o Estado francês se debatia com uma grave crise financeira. Sem capacidade para superar os obstáculos, as intrigas no Parlamento fervilharam a compasso com as da rua. Caminhava-se já, como pretendia o Clube dos Trinta (Club des Trente,órgão directivo de um movimento patriota constituído no início de 1788 que reunia aos domingos, terças e sextas-feiras, entre as 17h e as 22h, na casa de Duport, fazendo panfletos contra o Antigo Regime) em busca da arbitragem dos Estados Gerais na resolução do problema financeiro do Estado francês.

Conclusão da História:

O Cardeal sobreviveu à Revolução e viveu o resto de sua vida no exílio. Rétaux de la Villette terminou igualmente sua vida no exílio na Itália. Nicole d'Oliva voltou para o anonimato e morreu aos 28 anos. O Conde Cagliostro foi preso durante a Inquisição Italiana e morreu na prisão. Nicolas de la Motte voltou a Paris após a Revolução. A Condessa Jeanne de la Motte morreu em Londres após uma queda da janela de seu quarto. Certas pessoas acreditam que ela foi assassinada por realistas mas, provavelmente, ela tentava fugir dos seus credores. Maria Antonieta foi levada à guilhotina em 1793.


http://pt.wikipedia.org/wiki/Caso_do_colar_de_diamantes

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Feliz Halloween

Como sou amiga dos gatos... aqui vai um bichano em origami.

Enjoy